Sexta, 13 Fevereiro 2015 00:00

Policial alemparaibano mata a filha de 11 meses com disparo acidental

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Policial alemparaibano mata a filha de 11 meses com disparo acidental Imagem da Internet

Um Policial Militar lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Fazendinha, no Complexo do Alemão, na cidade do Rio de Janeiro, foi protagonista de uma tragédia familiar na tarde do dia 11 de fevereiro, ao limpar a sua arma de trabalho. Luciano Batista Coelho, o PM, disparou acidentalmente um tiro que atingiu a sua filha, Eloá, de apenas 11 meses, matando a criança. Luciano pertence a uma conhecida família de Além Paraíba, residente no bairro Jaqueira. A notícia chocou a comunidade alemparaibana, tendo sido amplamente divulgada nos veículos de comunicacao da grande imprensa do país, como nos jornais O GLOBO, O DIA e EXTRA.
Quando limpava a arma na quarta-feira, 11 de fevereiro, o soldado da Polícia Militar Luciano Batista Coelho não poderia imaginar que um tiro, disparado por acidente, pudesse liquidar com três vidas ao mesmo tempo. A bala que saiu do revólver atingiu a cabeça da filha dele, de apenas 11 meses, e destruiu a vida de sua mulher— com quem se casou no domingo anterior, dia 8— além da dele mesmo. O caso aconteceu em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos, onde o PM mora. Desesperado, ele ainda levou a pequena Eloá para a Unidade de Pronto Atendimento da cidade, mas a bebê não resistiu. Colegas do militar, que pediram para não serem identificados, contaram que o PM entrou em choque e falou até em se matar.
Coelho é lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Fazendinha, no Complexo do Alemão, e está na PM desde 2009. Os colegas da UPP o consideram um policial experiente justamente por participar de patrulhamento nas ruas. “Não entendo como isso foi acontecer justamente com ele”, disse, incrédulo, um cabo da unidade. Coelho postou, dias antes, em sua página no Facebook, um gráfico, feito pelo Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul, que ensina a prevenir sufocamentos de bebês, após a amamentação. “A preocupação com a saúde da filha era constante. Ele sempre falava nela com a maior alegria”, lembrou um outro policial que o conhece. Ainda de acordo com PMs que convivem com o soldado, a arma teve que ser apreendida para que ele não tentasse se matar. “A menina era tudo na vida dele. Ele era maluco pela filha”.
Luciano é formado em Educação Física e se preparava para fazer o curso de ingresso no Batalhão de Operações Especiais (Bope). Em perfis dele nas redes sociais, mostrava-se orgulhoso do trabalho, postando fotos junto a presos e apreensões, mas reservava as informações da família a grupos restritos.
Em nota, a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) informou que foi aberto um procedimento de Averiguação Sumária. Segundo o delegado da 125ª DP (São Pedro da Aldeia), Carlos Abreu, as circunstâncias da morte da menina Eloá estão sendo investigadas. (Da redação, com informações do site do jornal O DIA)

Informações adicionais

  • Cidade: Além Paraíba - MG
Última modificação em Segunda, 23 Março 2015 20:12

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