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Policiais prenderam, na manhã de hoje, segunda-feira, 03 de setembro, na Rua Agenor Cateano, bairro Morro do Cipó, em Além Paraíba,  Lohran Martins Cândido, de 21 anos, acusado de homicídio.
Lohran e a namorada, Mara Muniz Rosa, 28 anos, estavam morando em uma casa abandonada cerca de dois meses. Lohran disse ao chegar em casa começou a discutir com a companheira, perdeu o controle e começou a agredi-la. Lohran disse também que estava desconfiado de uma traição por parte da namorada, pois ele teria visto um homem saindo da casa em que eles moravam. Lohran foi encontrado pelo próprio pai, em um matagal no bairro Morro do Cipó.
Informações repassadas a nossa redação dão conta que a vitima, Mara Muniz Rosa, teve marcas de estrangulamento e uma marca de golpe efetuada por cabo de vassoura na altura do pescoço; perfuração no crânio, possivelmente causado por um tijolo e perfurações de garfo no corpo.
Lohran estava com um mandado de prisão em aberto por Vítima por Cárcere privado. Mara Muniz Rosa é moradora da cidade do Carmo. Policiais estão em contato com a família da moça. Loran é morador do bairro Morro do Cipó.

 

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Segunda, 23 Julho 2018 00:00

Casa pega fogo no Morro da Conceição

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Por volta de 01h40min, do domingo, 22, O Corpo de Bombeiros de Além Paraíba, foi acionado via pelotão de Leopoldina para atendimento em um incêndio em residência, na rua Maria Francisca, Morro da Conceição. No local tratava-se de um princípio de incêndio que se deu no quarto, sendo debelado pelos próprios vizinhos antes da chegada da Guarnição Bombeiro Militar que após avaliação verificou a segurança do local e que foi queimado uma cama, um colchão, uma cômoda, um aparelho de som e roupas de cama e a pintura interna ficou danificada com o produto a combustão. A Guarnição munida de EPI efetuou o rescaldo e avaliou o imóvel que não sofrera danos estruturais. Segundo relato do proprietário o incêndio foi acidental por uso de cigarro na cama. Onde o mesmo dispensou o acionamento de uma viatura policial.  (Corpo de Bombeiros de Além Paraíba)

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O ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Jonas Lopes Junior, e seu filho, Jonas Lopes Neto, terão que devolver R$ 13,3 milhões aos cofres públicos, de acordo com determinação do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. A decisão segue o que havia sido combinado no acordo de colaboração premiada de Lopes, que forneceu informações que levaram a prisões de outros conselheiros do TCE-RJ e de empresários do transporte público, nas operações Quinto do Ouro e Ponto Final.
O esquema descoberto pelas investigações previa a concessão de decisões favoráveis no Tribunal de Contas em troca de pagamentos mensais de ao menos R$ 50 mil e funcionou entre 1999 e 2016. O Ministério Público Federal (MPF) apontou que os crimes cometidos foram corrupção, evasão de divisas, organização criminosa e lavagem de ativos.
Jonas Lopes foi condenado ainda a sete anos de prisão, sendo um ano e meio de prisão domiciliar em um imóvel rural em Além Paraíba, Minas Gerais, sob monitoramento eletrônico. Depois desse período, ele vai prestar dois anos e seis meses de serviços comunitários na mesma cidade, durante 15 horas semanais, passando fins de semana e feriados em casa. Ao fim, ele terá três anos de regime aberto, com comprovação mensal de atividades.
O advogado Jonas Lopes Neto terá que cumprir três anos de prestação de serviços à comunidade, também por 15 horas semanais.
A mesma sentença também traz punições para o empresário Álvaro Novis, que terá que devolver R$ 17 milhões aos cofres públicos, em dez parcelas de R$ 1,7 milhão. O doleiro terá que cumprir ainda cinco anos e seis meses de prisão, sendo seis meses em regime fechado, que já foram cumpridos no período de prisão preventiva. Além disso ele terá um ano e seis meses de prisão domiciliar e prestação de serviços à comunidade por 40 horas semanais durante mais três anos e seis meses.
Já Jorge Luiz Mendes foi condenado a pagar R$ 460 mil e cumprir cinco anos de reclusão em regime semiaberto. Outro réu no mesmo processo era Edimar Moreira Dantas, que recebeu perdão judicial. Segundo a decisão, sua participação no crime teve menor importância e sua colaboração foi relevante para o esclarecimento dos fatos.
O dinheiro devolvido será depositado em uma conta judicial e ficará sob guarda da Justiça Federal até ter outra destinação. (Site Istoé) 

Uma tentativa de roubo a uma carga de cigarros na rodovia BR-116, na manhã desta segunda-feira (25), terminou com tiros e a apreensão de um veículo Toyota Hilux, placas de Belmiro Braga, com registro de roubo.

Segundo as informações obtidas pela Reportagem do Jornal O Vigilante, que esteve no local, criminosos em um veículo interceptaram uma van carregada com cigarros e anunciaram o assalto. Eles ordenaram que o motorista seguisse até uma estrada de chão às margens da rodovia, nas proximidades de São Domingos, em Santo Antônio do Aventureiro. Equipes do Serviço Reservado da Polícia Militar de Leopoldina e Além Paraíba já faziam o acompanhamento da ocorrência e abordaram o Toyota Hilux, momento em que houve o tiroteio. 

De acordo com a PM, os criminosos conseguiram deixar a estrada de chão em direção à rodovia, atravessaram o veículo na pista e pararam um automóvel que seguia sentido Além Paraíba com seus dois ocupantes, um casal, ordenando-lhes que saíssem do veículo. Os assaltantes estavam feridos e fugiram sentido Além Paraíba. 

A reportagem apurou que uma Frontier Azul, que também teria participação na tentativa de roubo ao veículo de cigarros, seguira em direção a Leopoldina. Os dois ocupantes da van, de Leopoldina, e o casal que teve o carro roubado, residente em Bom Jesus, próximo ao município de Muriaé, não se feriram.  

Uma operação envolvendo as Polícias Militar, Civil e Rodoviária Federal está em andamento para capturar os autores. Um helicóptero da Polícia Militar foi acionado e sobrevoa a região. 






Na estrada rural, o local no qual a Polícia Militar se confrontou com os assaltantes, onde a van havia sido levada pelos assaltantes.
(Fonte: O Vigilante Online)

Uma fábrica da Godiva Alimentos, que produz os laticínios Godam, foi fechada na manhã, de quarta-feira, 06 de junho, em uma ação da Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), em Jamapará- Sapucaia, na Região Serrana do Rio. Ninguém foi preso na ação.
A ação da Polícia Civil foi desencadeada após fiscais da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento (SEAPPA) constatarem que dois lotes do leite Godam estavam impróprios para consumo. Durante o processamento, os fabricantes retiravam a matéria gorda do leite para fazer manteiga e completavam o produto com mais água. O leite chegava nas prateleiras como se fosse leite integral. O produto era mais vendido nos mercados da Zona Oeste, onde o custo era menor.
Em testes realizados no dia 12 de abril com amostras de dois lotes, J82 e o lote P91, foram constatados acidez, densidade e matéria gorda em números insatisfatórios. Segundo a SEAPPA, 44% do leite era água. A empresa chegou a ser multada, mas não pagou e o responsável indiciado por crime contra a relação de consumo, cuja pena prevista é de 2 a 6 anos de prisão. (Com informações do site do Jornal Extra e Página Rio de Nojeira)

A CIVIL DE MINAS GERAIS, juntamente com a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro e a Polícia Militar de Minas Gerais deu cumprimento a Mandados de Busca e Apreensão e Prisão Temporário em residências situadas nos municípios de Pirapetinga e Sto. Antônio de Pádua.
O objetivo da operação é combater o tráfico de drogas nos municípios e prender pessoas ligadas ao tráfico.
Na cidade de Pirapetinga, durante o cumprimento do Mandado de Busca foi encontrada na residência de V.N.J.S, dois tabletes de substância semelhante à maconha, onze porções já embaladas para a venda de substância semelhante a maconha, a quantia de duzentos e sessenta e cinco reais em cédulas com características de serem oriundas do comércio à varejo de droga.
V.N.J.S foi presa em flagrante delito e  Delegacia de Polícia Civil de Pirapetinga.

 

O policial militar Luciano Batista Coelho, do 25º BPM (Cabo Frio), foi morto na noite desta quarta-feira no Largo Santo Antônio, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio. O cabo foi atingido na cabeça por volta das 19h por quatro criminosos, que roubaram a arma do policial antes da fuga. Policiais do 25º BPM foram acionados para o local, mas já encontraram Batista sem vida. Os policias estão em busca dos envolvidos no assassinato.

O PM matou a própria filha, de 11 meses, em fevereiro de 2015, com um disparo acidental, em São Pedro da Aldeia, também na Região dos Lagos. Segundo a polícia, o PM estava limpando um revólver calibre 38, que disparou e atingiu a cabeça da menina. A criança, identificada como Eloá, chegou a ser levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, mas não resistiu. (Fonte: Rayanderson Guerra - https://extra.globo.com - Site Jornal EXTRA)

O Estado anunciou, que o Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) em Minas Gerais deve gerar R$ 5,12 bilhões no ano que vem. O valor é 10,41% maior que o arrecadado neste ano.

Do montante total, 40% ficam no caixa do Estado – valor que corresponde a R$ 2,05 bilhões. Outros 40% são repassados aos municípios e 20% ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Segundo o subsecretário da Secretaria de Estado da Fazenda, João Alberto Vizzotto, cerca de 30% desse valor deve ser quitado já em janeiro pelos contribuintes que optam pela parcela única, com desconto de 3%. Ele, porém, não soube precisar se o valor ajudará o Estado a quitar o 13° salário dos servidores.

"O governo está fazendo de tudo para cumprir com suas obrigações. O IPVA é um imposto como qualquer outro. Assim que o governo tiver as condições ele pode anunciar (o pagamento do 13° salário)", afirmou o subsecretário, em coletiva à imprensa na sede da pasta, em Belo Horizonte.

Prazos
As primeiras parcelas do tributo começaram a vencer, no última quarta-feira, 10 de janeiro. O valor mínimo para o parcelamento único é R$ 150. O prazo para os carros com os seguintes finais de placas:

- 1 e 2: 10 de janeiro (1a. parcela), 15 de fevereiro (2a parcela) e 15 de março (3a. parcela);

- 3 e 4: 11 de janeiro, 16 de feveiro e 16 de março;

- 5 e 6: 12 de janeiro, 19 de fevereiro e 19 de março;

- 7 e 8: 15 de janeiro, 20 de fevereiro e 20 de março;

- 9 e 0: 16 de janeiro, 21 de fevereiro e 21 de março.

Clique aqui e consulte os valores do IPVA: http://www.fazenda.mg.gov.br/empresas/impostos/ipva/

Novidades
Além do desconto de 3% para o pagamento em cota única, a Fazenda também anunciou um programa de estímulo ao bom pagador.

Assim, quem quitou sem atrasos o tributo em 2017 e mantiver a assiduidade em 2018, receberá outros 3% de abatimento no tributo a partir de 2019.

Outra novidade é a inclusão das caminhonete de cabine dupla e estendida nas alíquotas para carros de passeio. O valor percentual desse tipo de automóveis foi elevado de 3% para 4%.
(Por: Fábio Corrêa - Site Hoje em dia)

No inicio da noite de ontem, 21 de novembro, por volta das 18 horas, final do expediente do horário comercial, funcionários da loja PortoCell – loja localizada na rua Adão Araújo, nº 100 - enquanto realizavam controle interno de estoque foram surpreendidos por um rapaz de cor negra, alto, aparentando 37 anos, que entrou na loja e rendeu um funcionário. O rapaz anunciou o assalto, sacou uma arma e pediu o estoque de celular. Em seguida, outro individuo branco, entrou na loja, pedindo todos os aparelhos, inclusive os aparelhos responsáveis pelo sistema de segurança. Um dos assaltantes trancou os funcionários em uma sala que estavam armazenados os aparelhos. Os autores saíram em um veiculo Fiat Ideia de cor preta, placa HNU - 0128, São José dos Campos-SP - (possivelmente sendo placa clonada)
Ao ouvirem barulho da porta de saída da loja, os funcionários arrombaram a porta do local em que estavam presos e chamaram a policia. Informações policiais deram conta que os mesmos autores do crime em Além Paraíba também roubaram na cidade de Argirita.

Segundo informações dos proprietários da loja, foram levados, quarenta aparelhos celulares, seis modems, um tablet, o aparelho de armazenamento das imagens das câmeras de segurança e R$913,00 (novecentos e treze reais).

 

 

ABAIXO O VIDEO QUE CIRCULA NAS REDES SOCIAIS (video das câmeras de um açougue proximo a loja assaltada)

Em depoimento na Polícia Federal datado de maio, envolvido em aposentadorias fraudulentas junto ao INSS de Além Paraíba denuncia participação de vereador e de um falecido advogado.
Procurado pela redação do ALÉM PARAHYBA, o vereador afirmou que a denúncia de Cláudio Saraiva não era procedente. O advogado do vereador informou que as afirmativas de Cláudio Saraiva à Polícia Federal foram modificadas em depoimentos posteriores. No site da Justiça Federal o nome do vereador não está assinalado.



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Decorridos quatro meses da realização da Operação Conectividade ocorrida em 03 de maio  último, que resultou na prisão e condução coercitiva de várias pessoas envolvidas (atualmente, ao que parece duas estão detidas na PF de Juiz de Fora) num esquema de aposentadorias fraudulentas usando a agência do INSS de Além Paraíba, resultando em prejuízos que podem ultrapassar a casa de R$ 2,8 milhões aos cofres públicos, um dos detidos declarou à Polícia Federal vários nomes, entre empresas que foram usadas para a concessão das aposentadorias, quais os aposentados beneficiados e outros envolvidos, constando da relação um advogado alemparaibano já falecido e um vereador. Semana passada, o semanário ALÉM PARAHYBA recebeu cópia de um Termo de Declaração que está inserido no processo n° 516173.2017.4.01.3801, protocolado em 12 de junho último junto a 2ª Vara Federal, onde um dos detidos, o contabilista Cláudio Souza Saraiva, que mantinha um escritório no bairro de Vila Laroca. Em seu Termo de Declaração, datado no mesmo mês de maio, Cláudio Saraiva revelou o envolvimento do falecido advogado Mozart Marques Ferreira e do vereador Luiz Augusto Pinto, o Tovinho, no esquema de fraudes. Segundo Saraiva, as fraudes consistiam “em inclusão de vínculos empregatícios relativos a empregados com carteira de trabalho e RPA’s – Recibo de Pagamento a Autônomos...”, cuja finalidade era a concessão de aposentadorias. Segundo o declarante, o advogado e o vereador citados seriam “os cabeças do esquema”. Estes  apresentavam os nomes dos “beneficiários da aposentadoria a ser fraudada, as CTPS e  documentos pessoais, além de empresas, com respectivos CNPJ’s, onde seriam inseridos os vínculos empregatícios fictícios no sistema GFIP”. Saraiva ainda enfatizou que após a concessão da aposentadoria, o beneficiado pagava pelos serviços através “de empréstimos consignados realizados quando do recebimento das aposentadorias..., sendo que ficava com 10% e os outros 90% eram repartidos entre Tovinho e Mozart”. Salientou ainda que “os 90% pertencentes à Tovinho e Mozart eram entregues sempre ao vereador Tovinho, em mãos, na maioria das vezes no estacionamento da rodoviária de Além Paraíba, por volta das 7h da manhã... alguns encontros no referido local com a frequência de 2 vezes por semana, também com a finalidade de receber e entregar documentos relativos às fraudes...”. Outro detalhe mencionado pelo declarante, diz que após determinada data os “valores dos empréstimos consignados passaram a ser depositados em uma conta de sua titularidade, na agência da Caixa Econômica Federal de Além Paraíba, de números 1023.013.53212-6 e 1023.013.5615-4, de onde sacava os 90% pertencentes a Tovinho e Mozart, entregando sempre a Tovinho, em espécie...”. Saraiva ainda relatou que Agnelo do Couto Vitral, detido na Polícia Federal de Juiz de Fora, “participava das fraudes, cuja participação consistia na arregimentação de pessoas que pudessem ser beneficiárias de aposentadorias fraudulentas, sendo que o mesmo tinha como recompensa 50% da parte que lhe cabia”. Afirmando que em vezes anteriores que foi ouvido “não delatou outros integrantes do esquema criminoso por medo de represálias”, Cláudio Saraiva afirmou “que acredita que o lucro obtido pela associação criminosa com as fraudes previdenciárias gira em torno de R$ 3 milhões, não sabendo informar o valor do prejuízo causado ao INSS, acreditando já ter passado dos R$ 10 milhões”. O declarante ainda disse que Tovinho tinha o respaldo na nacional Rosemary, servidora do INSS em Além Paraíba, ... a qual tinha participação fundamental e imprescindível no esquema criminoso”. Cláudio Saraiva citou o nome de inúmeras empresas que foram envolvidas no esquema, sendo usadas para a inclusão dos vínculos empregatícios, bem como extensa relação de beneficiários das aposentadorias fraudadas. Entre os nomes citados como beneficiários com as aposentadorias fraudulentas estão: “Flávio Andrade Barra, Paulo César de Souza Oliveira, Pedro Paulo Justino, Joanes Ferreira Dutra, Elis Schincariol, Laurinda Tomaz, ... Aparecida de Medeiros Azevedo, Luiz Carlos Cairo, Ilza Botelho de Souza Adra, Pedro da silva Souza, Jucelino Celso Botelho da Silva, Pedro Quintino Lelis, Selva Moraes Aguiar, Elias Augusto Bouhid Hisse, Carlos Ribeiro Rampini, Rubens Borges dos Santos, Wanda Maria Teixeira de Souza, Deuclécio Fernandes de Souza, Sérgio Medanha, Manoel Carlos da Silva, Clério Venâncio Ferreira, Luciana Oliveira da Silva, Silvia Gomes de Oliveira, Francisco Carlos Bastos Capossoli, Dirce Ouriques Nascimento, Adalberto Ferreira da Silva, Arildo Alves Pereira, Regina Maria ..., Sidézio Santos Fonseca, Luizita Maria da Silva, Hilda Luciano Oliveira, Leonor Cândida Fernandes, Maria de Lourdes Oliveira Fernandes, Maria das Dores Ferreira da Silva, Heitor de Paula, Marilda do Rocio de Lima Lauer, Cléssio Izaltino do Nascimento, Regina Gomes de Oliveira, Maria Angélica de Souza, João Lacerda Nunes, Dorcelino Faria de Castro, Zilá Regina da Silva, Rosalina Figueiredo Lara, Jorge de Oliveira”, todas com aposentadoria rural supostamente fraudadas. Também são citados com aposentadoria fraudulenta: “Moisés Soares Botelho, Sebastião Vieira Telles, José Alves, Jair Guimarães, Marilton da Silva Wermelinger, Aloísio Jorge Cerqueira Dantas, Oséas Alves Machado, Zineide Maria Vieira Matos, Gilson Ferreira Dutra, Antônio Jorge ..., Jamil Brum Camacho, Onézio Lucindo de Castro, ... Machado Nolasco, Oneida Ferreira da Silva e Ailton Conceição Silva”.
Procurado pela redação do semanário ALÉM PARAHYBA, o vereador Luiz Augusto Pinto, o Tovinho, enfatizou que a denúncia de Cláudio Saraiva não era procedente, solicitando-nos que procurássemos o seu advogado já que este teria mais informações sobre o ocorrido.
Procurado, o advogado enfatizou que as afirmativas do depoente Cláudio Souza Saraiva junto a Polícia Federal de Juiz de Fora foram modificadas em depoimentos posteriores, retirando o nome do vereador como compactuado nas aposentadorias fraudadas junto a agência do INSS de Além Paraíba. Oferecendo mais informações sobre quem é quem no processo que rola junto a 2ª Vara Federal de juiz de Fora, o advogado apresentou os nomes dos réus denunciadas pelo Ministério Público Federal. São eles: Rosemay Correa Fernandes de Souza, Tatiane Botelho Miranda, Agnelo Vitral do Couto, Cláudio Souza Saraiva, Anderson Alexandre Martins, Francisco de Assis Luciano e Sebastião Ricardo Belém de Aguiar.
(Fonte: Jornal Além Parahyba, de 20 de setembro de 2017)

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