Política

Política (201)

Na tarde do dia 14 de outubro, foi aprovado o PL 119/2019, onde proíbe o uso, a produção, fornecimento e a venda de substância de vidro moído, cola e etc, a denominada "Linha Chilena". Portanto, a nossa intenção com o referido Projeto é proteger nossas crianças, adolescentes e os praticantes deste esporte que faz parte da infância de muitas pessoas, mas é importante ainda salientar que o presente Projeto ao ser sancionado, trará também segurança aos ciclistas, motociclistas e pedestres em geral.
Neste sentido, me encontro feliz por mais uma iniciativa que instrumentaliza aqueles que tem o dever de executar, isto posto, segurei firme trabalhando pelos interesses de nossos Munícipes. (Divulgação do Mandato Parlamentar do vereador Rodrigo França)

Governo de Minas Gerais apresentou, na manhã desta quarta-feira (9/10) o programa “Todos por Minas”, com uma série de ações voltadas a resgatar o Estado da grave situação financeira em que se encontra. Com um passivo de despesas herdadas da administração anterior e não pagas da ordem de R$ 34,5 bilhões e um orçamento deficitário em R$ 15,1 bilhões para 2019, o governador Romeu Zema vai encaminhar, nesta tarde, à Assembleia Legislativa, medidas, descritas em projetos de lei, para devolver a esperança de um futuro melhor ao povo mineiro.

Em coletiva de imprensa, ao lado dos secretários de Estado de Fazenda, Gustavo Barbosa; de Planejamento e Gestão, Otto Levy; e de Governo, Bilac Pinto; além do advogado-geral do Estado, Sérgio Pessoa; o governador destacou que o programa “Todos por Minas” requer a união da sociedade civil organizada, dos poderes e dos mineiros para a construção de um futuro promissor. “Peço a todos um voto de confiança. Temos uma equipe altamente qualificada, que trabalha dia e noite com um único propósito: resgatar Minas Gerais”, disse Romeu Zema.

O governador também afirmou que é preciso ter coragem para mudar o presente. “Estamos abertos ao diálogo e às discussões. Tenho certeza de que o Legislativo, o Judiciário, o Tribunal de Contas, o Ministério Público e a sociedade mineira estarão unidos, todos por Minas Gerais”, ressaltou.

Romeu Zema ainda fez referência a Juscelino Kubitschek, ao mencionar que o Estado inicia, agora, uma nova era. “Finalizo deixando uma mensagem de JK, mineiro que tanto nos orgulhou e que abriu uma nova era, como a que abrimos hoje, com desafios diferentes, mas com o mesmo espírito, em prol do Estado. ‘É inútil fechar os olhos à realidade. Se o fizermos, a realidade abrirá nossas pálpebras e nos imporá a sua presença’. Não vamos fechar os olhos para Minas Gerais!”, afirmou Zema (Confira o discurso, na íntegra, neste link).

As ações do programa “Todos por Minas” têm por objetivo adequar o Estado para pedir a adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) proposto pelo governo federal, que socorre entes em dificuldades financeiras.


      Em acordo com o Legislativo, o Executivo apresenta, inicialmente, três projetos de lei:
 

  • Autorização para que o Estado possa solicitar a adesão ao Regime de Recuperação Fiscal. Com isso, será cumprida a primeira etapa junto ao governo federal;
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  • Desestatização da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig). Os recursos obtidos com a venda da empresa podem ser utilizados no pagamento do Regime Próprio de Previdência dos Servidores. O projeto pede autorização para alienação de ações e abertura de capital, dentre outras medidas. A forma como será feita a desestatização ainda será definida pelo Governo, de modo a garantir o melhor valor do ativo;
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  • Autorização para a cessão, a pessoas jurídicas de direito privado e a fundos de investimento regulamentados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), de direitos originados de créditos presentes e futuros do Estado junto à Codemig. A operação será uma securitização do fluxo futuro de dividendos como alternativa para a captação de recursos no mercado, sem aumentar o endividamento do Estado.
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Romeu Zema deixou claro que esse é o primeiro passo para a adesão ao RRF e afirmou que outros projetos serão encaminhados, gradativamente, sempre em acordo com a Assembleia Legislativa.

Durante a entrevista, os jornalistas tiveram a oportunidade de apresentar questionamentos tanto sobre a situação fiscal do Estado quanto aos detalhes dos projetos que compõem o RRF.

Adesão

A adesão ao Regime de Recuperação resultará no reequilíbrio das contas, fazendo com que o Estado preste serviços de melhor qualidade, honre dívidas com fornecedores e retome o pagamento em dia do funcionalismo.  O Governo terá um prazo para se estruturar e voltar a pagar sua dívida, de R$ 108 bilhões.

O “Todos por Minas” tem prazo de vigência de três anos, podendo ser prorrogado por igual período. Nos três primeiros anos, há a suspensão da dívida mineira junto à União. A partir do quarto ano, começa o pagamento gradativo, que volta a ser de 100% da parcela no sexto ano. Isso representará um alívio de caixa para o Estado.

Hoje, o Governo de Minas não paga a dívida por força de liminares conseguidas junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). Se essas liminares não se mantiverem, o Estado terá de pagar, imediatamente, R$ 9,4 bilhões. O valor corresponde a quase três folhas mensais de pagamentos. O STF condicionou a permanência das liminares à negociação do Estado com o Tesouro Nacional para a adesão ao regime de recuperação fiscal.

Conforme estudos da Secretaria de Fazenda e do Tesouro Nacional, as contas públicas mineiras são fortemente afetadas pelo gasto previdenciário. Para este ano, a diferença entre o que se arrecada para quitar essa despesa e o que é pago aos beneficiários será de R$ 18 bilhões. Isso é dinheiro do Tesouro Estadual para cobrir o rombo. A despesa só crescerá ao longo dos anos e, ao final de 2021, alcançará R$ 78 bilhões em déficit

Codemig

A Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) é detentora do direito de exploração de uma jazida de nióbio em Araxá, no Triângulo Mineiro. O município concentra a maior parte das reservas mundiais do minério de nióbio. O metal é utilizado, principalmente, em ligas de aço para torná-las mais fortes, resistentes e maleáveis.

Para explorar, processar e comercializar o nióbio, a Codemig constituiu com a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), titular de direitos de exploração de outra mina, uma sociedade (Comipa) para a qual arrendaram seus direitos de lavra. A CBMM é responsável pelo beneficiamento, industrialização e comercialização do nióbio, repassando para a Codemig 25% do lucro líquido da operação.

A parceria entre a Codemig e a CBMM foi estabelecida em 1972 e renovada até 2032. O Estado não domina as atividades de exploração, processamento e comercialização do nióbio.

O Executivo estadual não deve exercer atividade econômica típica do setor privado, e nem tampouco correr os riscos de tal negócio. Deve, sim, concentrar esforços em atividades de relevante interesse coletivo como Educação, Saúde e Segurança.

Para financiar suas atividades essenciais, o Estado deve utilizar suas fontes básicas de recursos, que são a tributação e os repasses. A dependência de recursos provenientes de atividade empresária de domínio privado, com complexa estrutura societária e riscos de descontinuidade, configura uma incerteza à qual o Estado, como garantidor dos serviços públicos essenciais, não deve se submeter.

Cenário encontrado

Para entender o “Todos por Minas”, é preciso uma imersão nas contas do Executivo estadual.

Em 31 de dezembro de 2018, constava no Estado uma dívida herdada de R$ 34,5 bilhões, sendo R$ 28,2 bilhões em restos a pagar, que são contas em atraso com fornecedores e prestadores de serviços, por exemplo.

O déficit orçamentário para este ano estava previsto em R$ 11,4 bilhões. Porém, as secretarias de Planejamento e Gestão e de Fazenda revisaram o número para R$ 15,1 bilhões.

O desequilíbrio do Estado é estrutural. O gasto com pessoal é o que mais pressiona as contas públicas. Nele, está inserida a despesa para cobrir o déficit da Previdência. Para este ano, o Tesouro terá que desembolsar R$ 18,7 bilhões para pagar o déficit previdenciário. Se nada for feito, esse valor subirá para R$ 78 bilhões até 2022.

A dívida pública mineira é outro fator de atenção. Ela chega a R$ 108 bilhões. Atualmente, essa dívida não está sendo amortizada, em função de efeitos decorrentes de decisão judicial de caráter liminar. No entanto, a suspensão dos pagamentos gera encargos financeiros pelos atrasos, aumentando o passivo estadual.


Mitos e verdades
 

  • Quais os pré-requisitos para adesão ao plano de recuperação da União?

De acordo com a Lei Complementar nº 159, de 19 de maio de 2017, os três pré-requisitos cumulativos para que o Estado possa se habilitar a entrar no plano são:

1)    Receita Corrente Líquida anual menor do que a Dívida Consolidada ao final do exercício anterior ao do pedido de adesão. Em Minas Gerais, em 31 de dezembro de 2018, a Dívida Consolidada era de mais de R$ 108 bilhões e a Receita Corrente Líquida algo próximo de R$ 60 bilhões.

2)    Despesas liquidadas com pessoal, juros e amortização, somadas, têm que representar, no mínimo, 70% da Receita Corrente Líquida auferida em exercício financeiro anterior ao do pedido. Infelizmente, Minas Gerais está com quase 90%. Isso significa uma situação de bastante degradação financeira, uma vez que a Receita Corrente Líquida não suporta o tamanho da despesa de pessoal mais dívidas.

3)    Valor total das obrigações contraídas maior que a disponibilidade de caixa e equivalência de recursos sem vinculação. Como no ano passado, as obrigações financeiras eram superiores a R$ 8,1 bilhões, com disponibilidade de R$ 1,36 bilhão. Com isso, Minas Gerais atende aos três pré-requisitos exigidos para adesão ao RRF.

  • É correto afirmar que o atendimento cumulativo a esses três pré-requisitos significa que Minas Gerais encontra-se em situação de extremo caos financeiro?

Sem dúvida. O regime de recuperação da União é voltado para os entes que se encontram numa situação de extrema degradação fiscal, como é o caso de Minas Gerais. O Estado já superou os limites de despesa de pessoal permitidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal e não consegue pagar as suas dívidas. Segundo avaliação da própria Secretaria do Tesouro Nacional, Minas Gerais é, hoje, o Estado com a situação mais inadequada do país.

  • Oficializada a adesão, quais os principais benefícios para Minas Gerais?

O objetivo é trazer o nosso Estado para o reequilíbrio econômico-financeiro. Isso significa dar condições para pagar os salários dos servidores em dia; pagar os empréstimos e também normalizar o pagamento junto a fornecedores. O Todos por Minas é extremamente necessário para reduzir o ritmo de crescimento das despesas e, ao mesmo tempo, ampliar as receitas. Ou seja, permite colocar em prática um conceito básico: diminuir o gasto e aumentar a arrecadação.

  • De que maneira o Todos por Minas pode contribuir para o tão desejado reequilíbrio?

Para alcançar esse objetivo, o Estado precisa de liquidez, de recursos em caixa. É aí que entra o Todos por Minas que, já no primeiro momento, torna possível a suspensão do pagamento da dívida com a União sem a incidência de multas e juros, o que não é o caso quando a suspensão da dívida é obtida por meio de liminar. Só isso já é um processo que alivia consideravelmente o caixa. O Todos por Minas também permite que o Estado vá ao mercado buscar crédito para tornar possíveis os pagamentos de curtíssimo prazo, por exemplo, os salários dos servidores.

  • Minas Gerais fica obrigado a permanecer no regime até o final do 6º ano?

Não. O plano é uma adesão. Se, ao longo dele, o Estado conseguir independência econômico-financeira, poderá sair a qualquer momento.

  • Quando o Estado volta a pagar a dívida para a União?

A suspensão total do pagamento da dívida dura três anos. A partir do quarto ano, começa o pagamento gradativo, que volta a ser de 100% no sexto ano.

  • O Estado ficará sem conceder aumento para o servidor neste período de vigência do Todos por Minas?

A revisão geral anual, prevista constitucionalmente, poderá ser concedida, desde que haja possibilidade de caixa.

 

  • Estão proibidas as progressões na carreira neste período?

Não. Progressões e promoções estão mantidas.

  • O Estado terá que renunciar aos recursos da Lei Kandir?

Não. Pelo contrário, o Estado de Minas continua na luta pela recuperação dos recursos da Lei Kandir e pela alteração da legislação, de forma a proteger a exportação de recursos não renováveis de Minas.

 

  • Qual é a expectativa da situação econômico-fiscal do Estado ao final do Todos por Minas?

É importante observar que o plano só é aceito pelo Ministério da Economia se ele for sustentável ao longo da sua vigência. Isso quer dizer que a expectativa do Estado é a de que, ao final do sexto ano, terá alcançado o equilíbrio de suas contas públicas.

O presidente da Câmara Municipal de Além Paraíba, vereador Gérson Barreto, fez uma Indicação ao prefeito Miguel Belmiro de Souza Junior, solicitando que, enquanto a agência do INSS não volte para o município de Além Paraíba, seja criado um local para servir como ponto de atendimentos para pedidos de aposentadoria, pensão por morte, auxílio reclusão, salário-maternidade e outros serviços que o cidadão além-paraibano deixou de ter, em nível local, desde que a agência do INSS de Além Paraíba foi transferida para Leopoldina, a mais de 50 quilômetros de distância.
A indicação do vereador Gérson foi submetida a votação em plenário e foi com o voto dele que a matéria conseguiu ser aprovada (a metade dos vereadores presentes foi contra a Indicação, por razões diversas).
O vereador Dione Castro de Miranda foi um que ficou contra a indicação. Ele colocou o seu gabinete à disposição do INSS para a realização dos serviços de atendimento aos cidadãos de Além Paraíba, já que, segundo o parlamentar, “alugar um local específico para isso, como sugere o presidente da Câmara, será mais um gasto para o governo municipal”, pois seriam necessários custos com aluguel do imóvel, computadores, linha telefônica, luz, água e funcionários.
" Para que gastar dinheiro público com serviços que podem ser prestados sem esse convênio?"- argumenta o vereador Dione, contra o desperdício de dinheiro público.
A Indicação do vereador Gérson, mesmo com vários votos contrários, seguiu para o gabinete do Prefeito Miguelzinho e caberá ao chefe do Poder Executivo atendê-la ou não nos termos em que foi sugerido pelo Presidente da Câmara, ou levando em consideração a proposta do vereador Dione de Miranda. (Divulgação do Mandato Parlamentar do vereador Dione MIRANDA)

O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente ( CMDCA) informa que acontecerá no dia 06 de outubro, domingo, no horário de 08:00h às 17:00h, na Escola Estadual Sebastião Cerqueira, a Eleição para a escolha dos novos Conselheiros Tutelares de Além Paraíba.
Para votar é necessário que o eleitor seja de Além Paraíba e leve consigo o seu Título de Eleitor e um documento oficial com foto.
Faça valer o seu voto! Participe!

 

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Sempre do lado do servidor público, o vereador Dione Miranda é o autor do P.L  nº 3505, de 09 de maio de 2017, que dispõe sobre a inclusão no calendário oficial de eventos do município de Além Paraíba o Dia Municipal Do Gari/Dia Municipal Do Lixeiro, a ser comemorado em 16 de maio. O objetivo desta data, além da homenagem prestada à categoria de trabalhadores é um reconhecimento aos profissionais que recolhem o lixo das residências, indústrias e edifícios comerciais e residenciais, varrem ruas, praças, parques, lavam e desinfetam as vias públicas além de serviços diversos atinentes a função. A data poderá ser comemorada anualmente com reuniões, palestras, seminários ou eventos. O evento de que trata esta Lei poderá ser comemorado em qualquer outra data, dentro do mês referido, em caso de inviabilidade. As despesas decorrentes da aplicação desta serão as consignadas, no orçamento do município. Os recursos necessários para atender as despesas com a execução desta Lei serão obtidos mediante parceria com empresas de iniciativa privada ou governamental, sem acarretar ônus para o Município. (Divulgação Parlamentar do vereador Dione Miranda)

 

A Secretaria de Obras e Serviços iniciou na última semana a obra do Muro de Contenção no Timbira. Ao longo dos anos, devido ocorrências de infiltrações por águas pluviais e erosão no barranco, um trecho da rua ficou comprometido.Por isso, a necessidade da construção de um muro de contenção para evitar os riscos de danos durante o período chuvoso tornou-se imprescindível. A obra tem como objetivo diminuir o risco de deslizamentos de terra no local.Realizada com recursos própios da Prefeitura, a expectativa é que os serviços estejam concluídos nos próximos dias.

O prefeito Miguel Belmiro e o presidente da Câmara, Gerson Barreto estiveram no dia 04 deste mês em Brasília, onde se encontraram com representantes da presidência do INSS, em busca de soluções para trazer a Agência de volta para a cidade. As autoridades alemparaibanas se disseram surpreendidas ao saber que o presidente do INSS nem mesmo sabia que Agência havia sido fechada na cidade e que a decisão foi do Gerente da Executiva de Juiz de Fora, Edésio Antônio Siqueira dos Santos.  O Presidente do INSS informou que em razão do contingenciamento de recursos orçamentários a agência não reabrirá em Além Paraíba pelo menos este ano. No ano que vêm, o Presidente do Instituto não descartou a possibilidade, mas também não garantiu uma data para a reabertura.  A saída mais provável será buscar uma parceria com o INSS, através de um termo de Cooperação, com a Prefeitura de Além Paraiba assumindo alguns gastos, e montar aqui tipo um Posto de Atendimento do INSS, inclusive com a prefeitura cedendo funcionário para a realização do trabalho. (Carlos Roberto “Banjo”- rádio 102,)

O vereador Davi da Paz ocupou um lugar de destaque negativo, ao longo da semana se passou, através de postagens nas redes sociais de muitos cidadãos além-paraibanos. Isso ocorreu devido a vazamentos de áudios gravados por Davi e direcionados às principais assessorias do prefeito de Além Paraíba, Miguelzinho Belmiro. Em tais áudios, o vereador manifestou a sua revolta contra os atuais integrantes do governo municipal, que não estariam atendendo aos seus pedidos, feitos diretamente no gabinete do prefeito. O vereador, que é evangélico, em sua manifestação contra o descaso do governo, usa e abusa de palavrões, ataca a assessoria de Miguelzinho, chama os cargos de “confiança de amarra-cachorros”, afirma que o atual governo (da forma como vem agindo) não tem a menor chance de reeleição em 2020. Toda a revolta de Davi se deu, principalmente, porque a Prefeitura não atendeu a diversos pedidos dele para a limpeza das ruas dos bairros da “Cidade Alta”, especialmente o Jardim Paraíso, sua base eleitoral. Cansado de ser alvo de cobranças e críticas populares no bairro, e por perceber que seu sonho de ser reeleito para a Câmara Municipal está em risco devido à inércia do atual governo municipal, Davi da Paz optou por salvar a própria pele. Não contava, entretanto, com o vazamento de seus áudios e com a má-intenção e o revide de seus adversários políticos (que não são poucos, já que o vereador sempre foi “brigão e explosivo”, fazendo até mesmo espetáculos públicos para chamar a atenção sobre sua pessoa quando almejava disputar um cargo público). O resultado da divulgação dos áudios foi uma avalanche de críticas contra Davi da Paz e suas falas exacebadas. Em sua ânsia de criticar o governo municipal ( fato até aplaudido por muitos), Davi extrapolou e, ao exigir a limpeza do bairro Jardim Paraíso, esbravejou: “Será que dá para vocês mandarem um FDP de um varredor?”. O xingamento, que contextualizado seria um desabafo de revolta contra os “amarra-cachorros” (sic) do governo, atingiu aos servidores públicos, principalmente aos garis, cargo dentre os mais humildes e mal pagos da Prefeitura. A revolta foi geral. Choveram críticas contra o vereador. O estrago foi feito na vida pública de Davi da Paz. E agora ele tenta, desesperadamente, reverter a situação, procurando pessoalmente alguns varredores de rua para se desculpar e até mesmo desculpando-se oficialmente, através do plenário da Câmara Municipal de Além Paraíba. Na última reunião do mês de agosto, segunda-feira, dia 26, o vereador Davi da Paz fez o seu “mea culpa”. Revelou, também, que os polêmicos áudios que gravou no início da semana passada tinham como endereço o serviço de limpeza urbana e que não era sua intenção ofender os varredores. Pediu desculpas, ainda, pelo destempero, ao prefeito Miguelzinho e ao vice, Dr. Paulo Henrique Goldstein-demonstrando, com a fala, que as relações políticas entre o parlamentar e o governo municipal voltaram ao nível da normalidade. O vereador garantiu que o episódio deixou-lhe uma lição: qualquer reivindicação legislativa de sua parte passará, a partir de agora, a ser feita em forma de Indicação, através do plenário da Câmara Municipal. Um “dever de casa” que o vereador deveria ter feito antes de se propor a ser candidato, pois essa postura não é só um direito, mas uma obrigação de todo parlamentar que não se presta a ser subserviente ao Poder Executivo.

 

EDITORIAL:

A FAMOSA LEI DO RETORNO

 

Muita gente tem se escandalizado, muitos têm até comemorado o vazamento de áudios com a voz do vereador David da Paz, de Além Paraíba, espinafrando o governo do prefeito Miguelzinho Belmiro e ofendendo com impropérios algumas categorias de servidores públicos municipais.
Macaca velha que sou no meu observatório da política alemparaibana, digo aos leitores que, antes de opinar, preferi contextualizar esses áudios do Davi, ouvindo-os um a um na sequência cronológica dos fatos que o desencadearam. Óbvio que o vereador Davi chegou à gota de água que faltava em seu copo na desesperada tentativa de preservar seus votos. O tiro acabou saindo pela culatra. Mas em favor de Davi, é necessário usar como defesa que (pelas falas dos áudios que vazaram) ele havia reivindicado VÁRIAS vezes anteriormente a limpeza das ruas do bairro Jardim Paraíso e ninguém na Prefeitura o atendeu!!!! Está claro nas falas gravadas do vereador que os “amarra-cachorros” a quem ele se refere são integrantes da assessoria de Miguelzinho Belmiro (alguns nominados), que blindam o prefeito e “mandam” mais que o mandatário do município. Não respeitaram o vereador e não tiveram nenhum companheirismo com Davi da Paz (um grande aliado político do atual governo municipal), deixando-o à mercê das cobranças da população da “Cidade Alta”, ignorando seus pedidos pessoais para a limpeza dos bairros.
As ruas do Jardim Paraíso somente começaram a ser limpas na semana passada (não em atendimento a pedido do vereador, mas para tentar desqualificar as denúncias em vídeo feitas por Elias Cabral, o “repórter cidadão”, morador da Cidade Alta, que tem percorrido os bairros de Além Paraíba registrando o descontentamento da população mediante a falta de atuação do governo municipal). Acobrança do povo é grande! Não só ao prefeito Miguelzinho Belmiro, bem como aos vereadores com assento na Câmara Municipal. Por estar sendo pressionado, Davi da Paz chegou ao seu limite. E explodiu! Humanamente.
E é compreensível essa explosão do vereador Davi. Quando ele, em áudio dirigido à assessoria do Prefeito diz: “Dá pra mandar pelo menos um filho da puta pra vir limpar essas ruas”, percebo que foi força de expressão e revolta CONTRA O PESSOAL MANDANTE E INERTE DA PREFEITURA! E não contra os servidores públicos varredores de rua! Mesmo assim sendo, Davi errou. Ele deveria ter se controlado e moderado suas palavras, pois não é papel de vereador usar de desequilíbrio e descompostura para fazer cobranças ao Poder Executivo. Infelizmente (a se julgar pelo recente pedido de desculpas na última reunião deste mês de agosto na Câmara Municipal), o vereador se deu conta de seu erro tardiamente. O estrago junto aos servidores públicos já está feito, por suas palavras “desembestadas” e pelo carnaval fora de época feito pelos aproveitadores, que replicaram e multiplicaram as declarações do vereador, propositalmente sem contextualizá-las.
Davi errou. Mas também não é louvável a ação de quem usa o desabafo de cobrança do vereador aos seus “parceiros políticos” com o claro intuito de “queimá-lo” eleitoralmente. E conseguem!
Destaco aqui que não tenho nenhuma relação de amizade com o vereador Davi. E tenho, sim, muitas críticas a ele que, até então, vinha se mantendo aliado incondicional ao prefeito mesmo em situações indefensáveis.
Mesmo discordando de algumas atuações do vereador Davi da Paz, é preciso reconhecer que, neste episódio do seu desabafo, a revolta foi compreensível. Infelizmente, ele “errou na mão” e extrapolou na fala. Vamos esperar que ele tenha aprendido com o próprio erro, pois o Davi da Paz de hoje não pode mais agir como “aquele rapaz” de alguns anos atrás, que frequentava as galerias da Câmara e que usava de seu destempero comportamental para causar polêmicas políticas. Hoje ele é uma autoridade parlamentar e, como tal, deve fazer valer essa autoridade através do plenário do Poder Legislativo Municipal, onde as cobranças oficiais devem ser feitas e que podem ser muito mais eficazes do que a prática do show de impropérios de quem está em guerra por votos em campanha eleitoral. Davi experimentou, nos últimos dias, um pouco do “veneno” do qual às vezes se valia nos tempos em que almejava uma vaga como vereador na Câmara Municipal. É a velha máxima popular: “tudo o que você faz, um dia volta pra você”. (Marilia R. Muniz)

O Cartório Eleitoral de Além Paraíba informa aos eleitores do município, que a obrigatoriedade de realização da biometria em Além Paraíba se aproxima. Assim, convida os eleitores a comparecem ao Cartório Eleitoral para realizarem a identificação biométrica, afim de evitar transtornos com filas e tempo de espera, quando for determinado prazo final para realização da biometria em nosso município. Importante lembrar que a Justiça Eleitoral determina o cancelamento dos títulos, daqueles que não fizerem o recadastramento dentro do prazo. Em Minas Gerais, todos os municípios contam com o atendimento biométrico. Em todo o estado, já são 5.400.528 eleitores cadastrados biometricamente. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (32) 3462-3820 ou pessoalmente no Cartório Eleitoral de Além Paraíba, na Rua Aristóteles Lobo nº 50 – São José, de segunda a sexta-feira, das 12 às 18 horas.       (Carlos Roberto “Banjo” – Rádio 102,7 FM)

O dia de hoje amanheceu com um trecho da Rua Cel. Oscar Côrtes, na entrada para o Santa Rosa, interditado ao trânsito. Mais uma vez funcionários da Prefeitura estão no local tentando resolver problemas na pavimentação asfáltica. Importante lembrar que o trecho sofreu reparos recentemente, há cerca de 15 dias, mas os problemas voltaram a ocorrer dois dias depois. Será que desta vez teremos solução?  . (Fonte: Carlos Roberto “Banjo”)

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